A vontade de se apaixonar é grande.
Não é dependência, entende?
É carência. No bom sentindo, se pode haver algum.
A programação semanal é intensa. Jobs se multiplicam na minha mesa, então não dá para dizer que é falta do que fazer. Convites de amigos que a minha mente, e o meu estômago, não dão conta! Um apê pra brincar de casinha também faz do meu tempo algo prazeroso. E pra completar, vejo muito estudo e um sábado ocupado a caminho.
Solidão não é o motivo da vontade. Meu vazio está cheio, até demais. Será por isso que algo mais não surge? Será que não cabe mais um bibelô na minha prateleira full of stuff?
Pode ser. Pra quem enxerga só o que quer ver. Quem do lado de fora vê, me vê assim ou nem me vê. Aqui dentro, meu coração está cheio de vagas. Loucas para serem preenchidas.
E não digo só por homem. Uma atividade nova, um amigo gay, uma cúmplice, até uma queda de bungee jump. Estou assim, facinha pra me apaixonar. Por algo que faça me soltar. Sabe assim, quando de tão apaixonados fluímos, voamos, saltitamos? Então.
A gaiola, da louca, está aberta. Eu passarinho estou aqui, no instante do jump. Daqui da beirada só me resta alguém que queira voar comigo.
PS: Acabo de ver Juno, com 2 amigas foférrimas. A lembrança não é no passado, mas no futuro. Great feeling. Pop-up-hearts! E uma música cutie pra esquentar a minha noite.